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Quinta da Arte: A Sereia, de Howard Pyle (1911)— Quando o amor encontra o mistério do mar.
Existem obras de arte que parecem carregar uma história própria, e A Sereia, de Howard Pyle (1853–1911), é uma delas, talvez parte do encanto dessa pintura esteja justamente no fato de ela ter sido deixada inacabada pelo artista, como um último fragmento de sua imaginação antes de sua morte. Considerado o “pai da ilustração americana”, Howard Pyle ficou conhecido por criar imagens que misturavam história, fantasia e lendas, ele deu vida a cavaleiros, piratas, heróis medievais

Débora Santos
25 de jun.3 min de leitura


Quinta da Arte: As Artistas que a história tentou apagar.
Durante séculos, a história da arte foi contada como se apenas homens fossem capazes de criar grandes obras-primas, nos livros, nos museus e nas salas de aula, nomes masculinos ocuparam o centro da narrativa, enquanto muitas mulheres permaneceram à margem, mesmo quando eram elas as verdadeiras autoras das obras. O que pouca gente sabe é que diversas pinturas atribuídas a artistas homens foram, na verdade, criadas por mulheres, em uma época em que elas eram impedidas de freque

Débora Santos
18 de jun.2 min de leitura


Quinta da Arte - O Beijo (1859)
Em clima de Dia dos Namorados, a obra escolhida para esta semana é O Beijo (1859), do pintor italiano Francesco Hayez, uma das imagens mais emblemáticas do Romantismo europeu. À primeira vista, vemos apenas um casal apaixonado trocando um beijo intenso. No entanto, a pintura revela muito mais do que uma cena romântica. O homem, vestido com uma capa escura, parece estar prestes a partir. Seu pé já repousa sobre o degrau, como se estivesse a caminho de uma missão urgente. A mul

Débora Santos
11 de jun.2 min de leitura


Quinta da Arte - Amor e Dor
No quinta da Arte de hoje, vamos falar sobre “Amor e Dor”, uma das pinturas mais marcantes do artista Edvard Munch, produzida entre 1893 e 1895. A obra retrata um homem e uma mulher em um abraço intenso e melancólico, enquanto ela se aproxima de seu pescoço em uma cena que parece oscilar entre carinho, paixão e destruição. Embora muitas pessoas conheçam a pintura pelo nome “A Vampira”, esse título não foi dado por Munch, mas sim por seu amigo, o escritor Stanisław Przybyszews
Sara Da Silva Miranda
28 de mai.1 min de leitura
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